
Transar é bom, todo mundo gosta e faz bem para geral, certo? Bem, se o ponto de vista por o de Dalai Lama, não é bem assim. Vencedor do Nobel da Paz, ele falou sobre como curar um coração partido. A resposta é surpreendente.
“A prática do celibato é ideal para você se desapegar, para curar o coração partido após o fim de um amor. Se você olhar para a natureza do apego, é ele que está por trás do ódio, raiva, ciúme e assim por diante”, afirmou ele, uma das mais importantes figuras do budismo tibetano.
Para mostrar que força de vontade é tudo nessa área, o próprio Dalai Lama falou sobre suas experiências e controle até mesmo dos sonhos. Quando ele tem sonhos picantes, afirma lembrar, dentro de seu sonho mesmo, que é um monge e tem de manter o celibato.
O Dalai Lama, que este ano apareceu em Glastonbury, durante o festival de música local, para pregar o amor, ainda enfatizou que a cultura ocidental sensualiza demais as coisas.
As 5 Sabedorias Búdicas - Lama Padma Santem
Sabedorias para utilizarmos a todo momento, nas relações e atividades diárias. Cada uma delas está associada aos 5 Budas da meditação, também conhecidos como Dhyani Budas.
1. Sabedoria do Espelho – Buda Akshobhia - Acolhimento

Esta sabedoria está ligada a capacidade de entender os outros no mundo deles e não a partir do nosso. Nós deveríamos pensar que o outro geralmente está certo dentro do mundo dele. Se nós tivermos a capacidade de falar dentro do mundo das pessoas, nós podemos ajudá-las a caminhar melhor.
Quando nossa linguagem não funciona, é porque nós não conseguimos falar dentro do mundo dos outros.
2. Sabedoria da Igualdade – Buda Ratnasambhava – Generosidade

Quando fazemos algo de bom para os outros, não só eles, mas nós também nos alegramos. Um professor se alegra quando ensina um aluno, um trabalhador fica feliz por produzir algo útil para outras pessoas. Ficamos felizes quando ajudamos alguém. O que eu faço para o outro é igual para mim. É inseparável. Se ele está feliz eu estarei feliz.
3. Sabedoria Discriminativa – Buda Amitabha – Investigação

Não há nada que hoje nos traz felicidade, que amanhã não poderá trazer sofrimento. O que ganhamos hoje, podemos eventualmente perder amanhã. É também a compreensão da impermanência, tudo tem um ciclo de início e fim, tudo é mutável e nada permanece como está.
4. Sabedoria da Causalidade – Buda Amogasiddhi – Causa e Efeito

Para cada ação, existe uma reação. Se agirmos de modo positivo, de modo geral, receberemos coisas boas de volta. Se agirmos de modo negativo, de modo geral, receberemos coisas negativas. Ao agirmos de maneira negativa, podemos criar problemas para nós de três maneiras com o corpo, fala e mente. Esta também pode ser entendida como a sabedoria da transmutação. O que vier de negativo para nós, podemos transformar e devolver a ação de modo positivo.
5. Sabedoria de Dharmata – Buda Vairocana – Transformação

Esta sabedoria significa a nossa capacidade de compreensão da natureza livre da mente. Estamos além de vida e morte. Não somos as identidades que criamos todos os dias, mas sim a Liberdade que gera essas identidades.
Lama Padma Santem
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Você sabia que suas mãos possuem um poder de cura inato que tem sido usado durante séculos ?
Mudras são as posições das mãos que influenciam a energia do seu corpo físico, emocional e espiritual.
Os Mudras têm sido utilizados no Oriente há milhares de anos e foram praticados por muitos líderes espirituais incluindo Buddha. Hoje, os Mudras ainda são usados em yoga e meditação.
Às vezes, podemos inconscientemente colocar nossas mãos em posições de mudra sem sabê-lo, outras vezes podemos usá-los para ajudar a canalizar e estimular a cicatrização.
Existem centenas de Mudras, mas aqui estão alguns dos mais comuns:
1.) Mudra Gyan (Mudra do Conhecimento):

A ponta do dedo indicador toca a ponta do polegar, enquanto os outros dedos permanecem retos.
Benefícios: Melhora o conhecimento, estimula a hipófise e glândulas endócrinas, aumenta a memória, ajuda na meditação, previne a insônia, ajuda a melhorar o humor e traz clareza de raciocínio.
Prática: A qualquer momento, sentado, em pé ou deitado na cama.
2.) Mudra Prithvi (Mudra da Terra):

A ponta do dedo anelar toca o polegar enquanto os outros dedos permanecem em linha reta para fora.
Benefícios: Auxilia a reduzir deficiências físicas e espirituais, ajuda a aumentar a força da vida, ajuda a limpar a pele, favorece a funcionalidade do corpo.
Prática: A qualquer hora.
3.) Mudra Varuna (Mudra da Água):

A ponta do dedo mindinho toca o polegar enquanto os outros dedos permanecem em linha reta.
Benefícios: Ajuda a equilibrar as emoções, ajuda a reter água, ajuda a aliviar a prisão de ventre e cólicas, e também ajuda a regular os ciclos menstruais e condições hormonais.
Prática: 15 minutos três vezes por dia.
4.) Mudra Vayu (Mudra do Ar):

O polegar colocado sobre o dedo indicador enquanto o resto dos dedos permanecem retos.
Benefícios: Ajuda a acalmar a mente ansiosa, acalma a voz tensa, ajuda a diminuir o estresse e ajuda a reduzir a impaciência e indecisão.
Prática: 10 a 15 minutos, 3 vezes por dia.
5.) Mudra Shunya (Mudra do Vazio):

A ponta do polegar pressiona o dedo do meio para baixo, enquanto o resto dos dedos ficam para cima.
Benefícios: Reduz apatia no corpo, é altamente eficaz para dores de ouvido, ajuda a restaurar a confiança, e aumenta a cognição mental.
Prática: 40-60 minutos por dia ou, para uma dor de ouvido, 4-5 minutos.
6.) Mudra Surya (Mudra do Sol):

Dobre o dedo anelar sob o polegar enquanto o resto dos dedos permanecem em linha reta.
Benefícios: Ajuda a estimular a glândula tireoide, ajuda a aliviar o ganho de peso e reduz o apetite, estimula a digestão, ajuda a aliviar a ansiedade e estresse, e ajuda a guiá-lo para o seu propósito.
Prática: 5 a 15 minutos, duas vezes por dia.
7.) Mudra Prana (Mudra da Vida):

O dedo anelar e o mindinho dobram para tocar o polegar enquanto o indicador e o dedo médio permanecem apontando para cima.
Benefícios: Melhora a força da vida, ajuda a fortalecer a mente, corpo e espírito, ajuda a promover a tomada de decisões, melhora a imunidade e motivação, ajuda a melhorar a visão, e reduz a fadiga.
Prática: A qualquer hora.
8.) Mudra Apana (Mudra da digestão):

O dedo médio e o anelar são dobrados sob o polegar enquanto o mindinho e o dedo indicador ficam para cima.
Benefícios: Ajuda a regular o sistema excretor, ajuda a desintoxicar e estimula os movimentos intestinais, é útil para aliviar a constipação e hemorroidas.
Prática: 45 minutos por dia
9.) Mudra Apana Vayu (Mudra do coração):

O dedo indicador dobra-se para tocar a base do polegar, enquanto curva o dedo médio e o anelar para tocar a ponta do polegar. O dedo mindinho permanece esticado.
Benefícios: Estimula a cura do coração, ajuda a proteger fisicamente o coração, e também ajuda a reduzir os gases e azia.
Prática: 15 minutos, duas vezes por dia
10.) Mudra Linga (Mudra de calor):

Entrelace os dedos das duas mãos, mas mantenha o polegar da mão esquerda apontando para cima. Faça o polegar direito envolver o polegar esquerdo tocando o dedo indicador da mão direita.
Benefícios: Ajuda a estimular o calor no corpo, ajuda a reduzir o catarro e congestão, fortalece os pulmões, ajuda a revigorar e equilibrar o corpo.
Prática: A qualquer momento, mas não prátique excessivamente.
Adendo A Luz é Invencível (Sugestão da Monica):
Mudra Mukula: É uma energização de cura, usado para direcionar a energia para qualquer lugar no corpo. Basta colocar os quatro dedos de encontro com o polegar, colocando as pontas dos dedos onde a cura é necessária. Em cada respiração, podemos sentir a energia de cura passar através de nossos dedos e entrar no nosso corpo na parte enferma, ele limpa, relaxa e cura, liberando as toxinas indesejadas e preenchendo a área com uma luz branca. Para uma limpeza geral e rejuvenescimento do corpo, podemos sentar e relaxar em local tranquilo, estendendo os braços e colocando cada mão sobre os joelhos, com os dedos apontando para o teto, em formato de Mudra Mukula. Definindo a nossa intenção e sentindo a energia de cura limpando todo o nosso corpo.
©Tanaaz Chubb
Origem: wakingtimes
Tradução e Divulgação: A Luz é Invencível

WESAK - LUA DE BUDA
A palavra WESAK origina-se no Sânscrito e quer dizer MAIO.
Na realidade (maio ou wesak) em sua Lua Cheia é comemorado com um festival mundial, onde pessoas de todas as partes do planeta celebram a Vitória de Gautama, o Buda.
É uma festividade dos povos budistas de todo o planeta. Nesse momento em que a Terra passa pelo signo de Touro é que a humanidade recebe um eflúvio de forças divinas do Buda Cósmico, como uma espécie de incentivo e choque espiritual para nosso Despertar Superior
A liberação de poderosas energias podem afetar poderosamente a humanidade e que, se liberadas, estimularão o espírito de amor, de fraternidade e de boa vontade na Terra. Essas energias são tão definidas e reais como são as de que se ocupa a própria ciência que as chama de raios cósmicos.
O Festival de Wesak marca o nascimento, iluminação e morte de Gautama, o Buda e é o grande Festival de Encontro Espiritual do Oriente com o Ocidente.
Na lua cheia de Touro é realizada a celebração máxima do Budismo, o Festival de Wesak, no vale dos Himalaias, na Índia, em homenagem a Lord Gautama.
Em cada Lua Cheia do ano, ocorre grande derramamento de Luz e de energias de Bênçãos para a humanidade. Assim sendo, ocorrem 12 ou 13 plenilúnios, com força energética especial que tem correspondência direta com o signo do zodíaco atualmente na época, porém o WESAK (MAIO) é um momento muito especial de Encontro de Anjos, Arcanjos, Mestres Espirituais, Elohins, Seres Extraterrestres Benevolentes, enfim Consciências Já Despertas e Evoluídas, jorrando Bênçãos à humanidade.
O Wesak é um momento especial pois renova nossas forças no sentido de acelerar nossa própria Iluminação e o ápice desse momento é quando a Lua Cheia de Maio surge no céu trazendo energia adicional e luminosa a cada pessoa que de puro coração se propor a renascer em si mesmo como a ave FENIX.
Este sagrado Momentum favorece a avaliação de nossas imperfeições mergulhando nos registros do subconsciente para descobrir e transmutar padrões rígidos e escravizantes que ainda possuímos em Liberdade, Felicidade e Iluminação.

MEDITAÇÃO NA LUA CHEIA - POR QUE MEDITAÇÃO NA LUA CHEIA?
Porque há ciclos no fluxo e refluxo das energias espirituais, com os quais os grupos, tanto quanto os indivíduos, podem conscientemente cooperar. Um dos principais ciclos de energia coincide com as fases da Lua, alcançando seu pico, sua maré alta, durante a Lua Cheia. Este é o tempo, portanto, em que a canalização da energia, através da meditação grupal, pode ser eficaz de maneira ímpar. Hoje, centenas de grupos de serviços se reúnem mensalmente para meditar, de maneira regular, no mundo todo, por ocasião da Lua Cheia. A Lua mesma não tem nenhuma influência sobre o trabalho, mas a sua esfera, plenamente iluminada, é indicativa de um alinhamento livre e desimpedido entre nosso planeta e o Sol, o Centro Solar, a fonte de energia para toda a vida na Terra. Em tais ocasiões, estando a Lua "fora do caminho" e o contato entre o Centro Solar e o Planeta Terra alcançando seu ponto máximo, o homem pode fazer uma aproximação bem definida a Deus, o criador, o Centro da Vida e da Inteligência.
O ritmo plenilunar é usado para determinar as datas das meditações já que determina o tempo mensal em que o impacto das divinas energias de Luz, Amor e Poder é mais forte e pode ser registrado pelos grupos e irradiado dentro da consciência humana.

MAIS SOBRE O FESTIVAL DE WESAK
Lua cheia de Buda (Touro)
O que deveria ser realizado em cada lua cheia de Touro?
1. A liberação de certas energias que podem afetar poderosamente a humanidade e que, se liberadas, estimularão o espírito de amor, de fraternidade e de boa vontade na Terra. Essas energias são tão definidas e reais como são as de que se ocupa a própria ciência que as chama de raios cósmicos.
2. A fusão de todos os homens de boa vontade no mundo em um todo integrado e com capacidade de resposta.
3. A invocação e a resposta de certos Grandes Seres, Cujo trabalho pode ser, e será possível, se o primeiro destes objetivos for atingido, graças à realização do segundo objetivo. Meditem nesta síntese dos três objetivos. Por que nome estas Forças Vivas são chamadas é inteiramente imaterial. Podem ser considerados como os vice-regentes de Deus, que podem e cooperarão com o Espírito de Vida e de Amor sobre o nosso planeta, aquele no qual vivemos, nos movemos e temos nosso ser. Certos pensadores podem considerá-los como os Arcanjos do Altíssimo, cujo trabalho tem sido possível pela atividade do Cristo e do Seu corpo de discípulos, a Igreja verdadeira e viva. Outros os considerarão como os Guias da Hierarquia planetária, que se encontram por detrás de nossa evolução planetária e que raramente tomam parte ativa exterior nas atividades do mundo, deixando isso para os Mestres de Sabedoria, salvo nos casos excepcionais como o atual. Qualquer que seja o nome pelo qual os chamemos, eles estão prontos para ajudar, se o apelo for feito com força e poder suficientes por parte dos aspirantes e discípulos no momento da lua cheia de Touro e da lua cheia de Gêmeos.
4. A evocação de uma atividade enérgica e concentrada do lado interno realizada pela Hierarquia de Mestres, essas Mentes iluminadas à quais foi confiado o trabalho de direção do mundo. Deseja-se uma resposta e pode ser obtida entre os três grupos:
- a. A expectante e (nesse momento) ansiosa Hierarquia - ansiosa porque nem mesmo Eles podem dizer como reagirá a humanidade, e se os homens serão suficientemente sensatos para aproveitar a oportunidade oferecida. Os Mestres aguardam, organizados sob a direção do Cristo, o Mestre dos Mestres e Instrutor de anjos e homens. Ele foi instituído como o intermediário direto entre a Terra e o Buda, Aquele que, por sua vez, é o intermediário consagrado entre a Hierarquia expectante e as forças atentas.
- b. Novo Grupo de Servidores do Mundo, cujo objetivo é a paz do mundo, composto nesta época por todos os servidores sensíveis e consagrados da raça, que tem o propósito de estabelecer a boa vontade na Terra, como a base para a futura vida e expansão mundiais. Originalmente, este grupo era formado por uns poucos discípulos aceitos e aspirantes consagrados. As suas fileiras foram abertas, ultimamente, a todos os homens de boa vontade que trabalham ativamente por uma verdadeira compreensão, que estão prontos a se sacrificarem para ajudar a humanidade, que não veem nenhuma linha de separação, mas têm, isso sim, o mesmo sentimento para com os homens de todas as raças, nacionalidades e credos.
- c. As massas dos homens e mulheres que responderam às ideias que foram lançadas, e que reagiram favoravelmente aos objetivos de compreensão internacional, interdependência econômica e unidade religiosa.
À medida em que estes três grupos de pensadores e servidores se tenham contatado, quando os três grupos possam estar alinhados, ainda que momentaneamente, muito pode ser realizado; as portas da nova vida podem ser abertas para dar passagem ao influxo de novas forças espirituais. Tal é o objetivo e a ideia do Grupo.
Que importância tem para vocês, pessoalmente, esta lua cheia de Touro? Parece-lhes ter suficiente importância para realmente significar tão grandes esforços a vocês? Creem sinceramente que neste dia pode haver realmente uma liberação de energia espiritual suficientemente potente para mudar os assuntos do mundo, desde que os filhos dos homens desempenhem sua parte? Acreditam realmente, e estão prontos na prática, a apoiar a crença de que nesse dia o Buda, em cooperação com Cristo e com a Hierarquia de Mestres Iluminados, mais a ajuda oferecida por alguns dos Tronos, Principados e Poderes da Luz, que são a correspondência superior dos poderes das trevas, estão prontos a executar os Planos de Deus, quando for dado o direito e a permissão dos homens? A principal tarefa de vocês na atualidade, não é lutar contra os poderes do mal e as forças das trevas, mas despertar o interesse e mobilizar as Forças da Luz e os recursos dos homens de boa vontade e de inclinação correta no mundo atual. Não resistir ao mal, mas organizar e mobilizar o bem e assim fortalecer as mãos dos trabalhadores que estão do lado do direito e doar amor, para que o mal tenha menos oportunidades.
Se vocês tiverem fé no que lhes disse, - ainda que seja do tamanho de um grão de mostarda - se tiverem uma crença firme no trabalho do espírito de Deus e na divindade do homem, então esqueçam-se de si próprios e consagrem cada um de seus esforços, a partir do momento em que receberem esta comunicação, para a tarefa de cooperar no esforço organizado, a fim de mudar o curso dos assuntos mundiais, por meio de um acréscimo no espírito de amor e de boa vontade no mundo durante este mês.
ANTIGOS ENSINAMENTOS
Ensinamentos da Antiga Sabedoria consideram Wesak o momento mais significante do ano, quando um real evento celestial ocorre e se manifesta sobre a Terra. Considera-se que o Festival de Wesak seja um tempo em que o próprio Deus, transmitindo através de Buda e de Cristo, envia uma benção para a Terra. Durante séculos tem sido celebrado na Índia e sempre ocorre na Lua Cheia de Buda. Durante esse tempo, a humanidade pode se alinhar completamente com forças espirituais que não estão à disposição em outras ocasiões do ano. A força dessa benção nos estimula espiritualmente e nos deixa mais preparados para servir completamente ao Plano Divino.

Próximo ao Nepal e rodeado pelas montanhas dos Himalaias, fica uma área de terra protegida. Um caminho, entre passagens estreitas, eventualmente se abre para um vale coberto de grama. Vários dias antes da Lua Cheia, buscadores espirituais entram no vale e aí montam tendas coloridas. Na parte norte do vale há uma grande rocha plana onde é colocada uma grande vasilha de cristal cheia de água. Logo antes da Lua Cheia, Cristo, os Senhores, os Mestres, os Arcanjos e os Iluminados que guiam o planeta Terra se reúnem ao redor dessa rocha para orar.
Poucos minutos antes do momento exato da Lua Cheia, pode se ver uma pequena luz no céu. À medida que ela se aproxima e cresce em claridade, a forma do Buda, com seu robe cor de açafrão e com as penas em posição cruzada, pode ser vista no céu.
No momento exato da Lua Cheia, Buda, suspenso sobre a rocha, estende sua mão em uma benção em direção a Cristo, que, representando a Humanidade, a recebe para distribuição. Então é pronunciada a Grande Invocação, enviando uma forte corrente de gratidão, da Humanidade para o Próprio Deus. Enquanto Buda envia sua Benção de Iluminação e Cristo envia sua Benção de Amor, a estrutura atômica e molecular da água se altera, recebendo uma infusão de Sabedoria. Ela é então distribuída em pequenas porções e levada ao mundo para ser compartilhada.
O Festival de Wesak é um momento poderoso de intenso serviço espiritual, feito da Humanidade para Deus e de Deus para a Humanidade, através de Buda e de Cristo. Durante os 8 minutos dessa celebração, o universo inteiro faz uma ligação unindo a humanidade com a Fonte da nossa criação, a que chamamos Deus. Os efeitos espirituais permanecem até o próximo Festival de Wesak.

O festival de Wesak ou de Vaisakha é o festival do Buda. É marcado pelo nascimento, iluminação e morte de Buda. Este festival é celebrado anualmente na lua cheia de maio; é o grande festival do oriente. Buda é o intermediário espiritual entre o centro onde a vontade de Deus é conhecida e a hierarquia espiritual.
O momento pleno de Wesak acontece na entrada da Lua Cheia em Escorpião, e o Sol em Touro, porém o Festival é celebrado dois ou três dias antes e dois ou três dias após o plenilúnio. Segundo o Mestre Ascensionado Djwhal Khul afirmou nos livros de Alice Bailey:
“Wesak é o maior evento no nosso planeta e o que tem o maior efeito sobre a humanidade. Nenhum custo é tão alto para ser útil à Hierarquia Espiritual por ocasião da lua cheia do Wesak. Nenhum preço é tão caro para ganhar-se iluminação espiritual e que é possível particularmente nessa época”.
A cerimônia de Wesak é originalmente comemorada no Vale Wesak, no Himalaia, onde é honrado o nascimento, morte e iluminação de Sidartha Gautama. Atualmente simboliza a consciência de Buda e Cristo ligando o Oriente com o Ocidente na fé. Esotéricos dizem que no Wesak encontramos a chave para abrir a porta entre Shambala e a Hierarquia com energias para transformar escuridão em claridade, o irreal para o real, a morte para a imortalidade, o caos para a beleza.
O amor Divino e a Sabedoria, são as energias mais fortes para aqueles que estiverem abertos para receber. Através de Buda a Sabedoria de Deus, através de Cristo o Amor manifestado na humanidade. Um tempo para alinhar os nossos chacras e células do corpo físico. Os dias do festival podem ser usados para dar nosso amor, beleza e compaixão para a nossa família, nosso grupo e para o Mundo.
O festival de Wesak, é reconhecido por muitos como um dia de impacto espiritual supremo. Este festival não é uma celebração comemorativa mas um presente, um evento vivo, uma cerimônia sagrada que ocorre a cada ano entre Buda e o Cristo. A hierarquia espiritual une-se enquanto uma benção é derramada em nosso planeta.
Esta cerimônia marca um ponto elevado do ano espiritual e serve para vitalizar a aspiração de toda a humanidade, a evolução humana, os caminhos como uma fonte de luz e do amor, inspirando e estimulando todos os esforços que promovem a harmonia humana e planetária.
O esforço cooperativo da humanidade ao invocar as energias da luz e do amor, trabalhando junta na meditação e nas preces no festival de Wesak, a preservação de uma quietude interior, a atenção focalizada, engloba os participantes nessa força espiritual, possibilitando uma expansão da consciência mais intensa do que em qualquer outra época do ano.

OS MANTRAS DA ALMA E DA MÔNADA
O Mantra da Alma foi transmitido pelo Mestre Ascensionado Djwhal Khul para a Terra, através de Alice Bailey. É um dos mantras mais poderosos do planeta e deveria ser recitado todas as vezes em que se iniciar algum trabalho espiritual.
MANTRA DA ALMA
Eu sou a Alma,
Eu sou a Luz Divina,
Eu sou Amor,
Eu sou Vontade,
Eu sou o Desígnio Imutável.
MANTRA DA MÔNADA
Eu sou a Mônada,
Eu sou a Luz Divina,
Eu sou Amor,
Eu sou Vontade,
Eu sou o Desígnio Imutável.
Ao recitar esses mantras, estaremos ativando nosso Eu Superior e a poderosa Presença do Eu Sou (Mônada).
A GRANDE INVOCAÇÃO
Essa oração foi ofertada pelo Senhor Maitreya, o Cristo Planetário, entre 1945 e 1950. É uma das orações mais poderosas jamais entregues aos Trabalhadores da Luz e ao novo grupo dos Servidores do Mundo. Existem uma versão longa e uma versão mais curta. Essas orações foram extraídas do livro de Alice Bailey - The Externalization of the Hierarchy.
Do ponto de Luz na Mente de Deus
Que a Luz se irradie para a mente dos homens.
Que a Luz desça sobre a Terra.
Do ponto de Amor no Coração de Deus
Que o Amor se irradie para o coração dos homens.
Que o Cristo retorne à Terra
Do centro em que a Vontade de Deus é conhecida
Que o propósito oriente as pequenas vontades dos homens-
O propósito que os mestres conhecem e a que servem.
Do centro do que chamamos de raça dos homens
Que o Plano do Amor e da Luz se realize
E possa ele selar a porta onde o mal habita.
Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam o Plano na Terra.
VERSÃO LONGA
Que as Forças de Luz tragam a iluminação à humanidade,
Que o Espírito da Paz se faça presente em toda parte,
Que os homens de boa vontade de todos os lugares possam se unir num espírito de cooperação,
Que o perdão de todos os homens
Seja a linha mestra desta época,
Que o poder atenda aos esforços dos Grandes.
Assim seja, e ajude-nos a fazer a nossa parte.
Que os Senhores da Libertação fluam,
Que tragam auxílio aos filhos dos homens
Que o Cavaleiro do Lugar Oculto apareça,
E, ao chegar, salve.
Venha ó Poderoso,
Que as almas dos homens acordem para a Luz,
Que eles se unam na mesma intenção,
Que a ordem do Senhor possa se cumprir,
É chegado o fim do infortúnio!
Venha, ó Poderoso,
Agora chegou a hora de a Força Salvadora atuar.
Que ela possa se estender por toda a parte, ó Poderoso.
Que a Luz, o Amor, o Poder e a Morte
Possam cumprir o propósito daquele que há de vir.
A vontade de salvar está aqui,
O amor para continuar o trabalho está em todo lugar,
A ajuda ativa de todos aqueles que conhecem a verdade também está aqui,
Venha, ó Poderoso, e funda os três.
Construa uma grande muralha de proteção,
O domínio do mal tem de terminar.
Do ponto de Luz na Mente de Deus
Que a Luz se irradie para a mente dos homens.
Deixe que a luz desça sobre a terra.
Do ponto de Amor no Coração de Deus
Que o Amor se irradie para o coração dos homens.
Que o Cristo retorne à terra
Do centro em que a Vontade de Deus é conhecida
Que o propósito oriente a pequena vontade dos homens-
O propósito que os Mestres conhecem e a que servem.
Do centro do que chamamos de raça de homens
Que o Plano de Amor e de Luz se realize,
E possa ele selar a porta onde o mal habita.
Que a Luz, o Amor, e o Poder restabeleçam o Plano na terra.
FAÇA SEU RITUAL

Em qualquer momento 12 horas antes e 12 horas após a LUA CHEIA você pode se sintonizar com todas as energias dos seres espirituais ao redor do mundo que participam do Festival Wesak.
Purifique-se com um banho de ervas , meditação ou um passeio na natureza.
Ouça músicas espirituais.
Faça um altar incluindo nele representações dos elementos fogo, terra , ar e água e também figuras ou imagens dos Mestres Ascensos , Buda , Cristo , Yogues ou Anjos.
Coloque flores no altar. Um quartzo rosa também é um bom elemento pois ele é um amplificador do Amor e Sabedoria, expandindo amor e beleza.

Coloque uma tigela de água em seu altar para que ela seja carregada com as vibrações de sua meditação, esta água servirá para usos futuros, aspergindo sobre pessoas e ambientes que precisam de purificação, ou mesmo ser jogada em um rio com a intenção de espalhar as energias do Wesak para todos os seres.
Faça orações, invocações de Luz, cante mantras.
Finalmente, faça a seguinte visualização, sozinho ou em grupo.
Visualize-se em um lindo vale, sinta o ar fresco da montanha e sinta seus pés pisando uma grama macia... Inspire profundamente procurando se relaxar, acalmando suas emoções e sua mente...Sinta a paz neste ambiente e dentro de você...
Procure então, com os olhos fechados, se interligar com todos os Trabalhadores da Luz e sinta a presença desses seres ...participe então do chamado magnético que chega para todas Almas. Todos são chamados a reunirem-se no Amor e na Luz, criando então uma energia de paz que circunda todo o Planeta como uma rede de luz. Visualize a presença de seu Mestre, Arcanjos, e receba e transmita as poderosas energias espirituais que Eles enviam em benefício de toda a Humanidade.
Visualize essa energia em sua cabeça e no centro de seu coração. Esse nível de luz e amor chegam em sua Alma e em sua personalidade. Sinta-se banhado de Luz.
Conclua a visualização com um grande OM...
Fonte: http://www.anjodeluz.com.br/wesakcelebracao.htm
©2015 Solange Christtine Ventura
http://www.curaeascesao.com.br
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Shiva Shambo
Om Namah Shivaya
Saudações de Amor e Luz, Família Cósmica !
Ao final do Mahashivaratri , minhas profundas reverências ao Senhor Shiva .
Om Namah Shivaya
Alessandra Sanan
Nomes de Shiva
1. SHIVA SHAMBO

Shiva Shiva Shiva Shambo Shiva Shiva Shiva ShamboMahadeva Shambo Mahadeva ShamboShiva Shambo Shivaya Om
_______
Shiva é a consciência pura e representa o poder de transformação. Shiva é aquilo que você é capaz de se tornar. Shiva é frequentemente chamado de Mahadeva, o Grande Deus, e também de Shambo, a morada da alegria.
2. OM NAMAH SHIVAYA
Om Namah Shivaya Om Namah ShivayaShivaya Namaha Shivaya Namah OmShambo Shankara Namah ShivayaGirija Shankara Namah ShivayaArunachala Shiva Namah ShivayaHare Om Namah Shivaya Om Namah ShivayaNamah Shivaya Namah Shivaya Namah Shivaya Namah Shivaya
_______
Saudações à Shiva, a morada da alegria (Shambo), o fazedor de boas ações (Shankara – “sham” significa bom e “kara” significa fazedor). Saudações a Girija (a consorte de Shiva, Parvati, “aquela que nasceu da montanha”), e a Arunachala, a morada de Shiva na Terra.
http://www.pathheart.org/divine/br/bhajans/shiva/
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Sobre Shiva ...
Shiva
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Shiva também escrito como Xiva, Siva ou Civa1 , o auspicioso, o propício, amável, o benigno, benevolente, amistoso2 terno, é um dos deuses da trimúrti, a trindade hinduísta, deus (Deva) hindu. Chamado de "o Destruidor"' (ou "o Transformador"), participa da Trimúrti (a trindade hindu) juntamente com Brama (Brahma), "o Criador", e Vixnu (Vishnu), "o Preservador".3
Uma das duas principais linhas gerais do hinduísmo é chamada de xivaísmo, em referência ao deus.

Yoga
Na tradição hindu, Shiva é o destruidor, que destrói para construir algo novo, motivo pelo qual muitos o chamam de "renovador" ou "transformador". As primeiras representações surgiram no período Neolítico (em torno de 4000 a.C.) na forma de Pashupati, o "Senhor dos Animais". A criação do ioga, prática que produz transformação física, mental e emocional, portanto intimamente ligada à transformação, é atribuída a ele.
Shiva é o deus supremo (Mahadeva), o meditante (Shankara) e o benevolente, onde reside toda a alegria (Shambo ou Shambhu).
O trishula

Shiva segurando o trishula
O tridente que aparece nas ilustrações de Shiva é o trishula. É com essa arma que ele destrói a ignorância nos seres humanos. Suas três pontas representam as três qualidades dos fenômenos: tamas (a inércia), rajas (o movimento) e sattva (o equilíbrio).
A serpente[editar | editar código-fonte]
A naja é a mais mortal das serpentes. Usar uma serpente em volta da cintura e do pescoço simboliza que Shiva dominou a morte e tornou-se imortal. Na tradição do Yoga, ela também representa kundalini, a energia de fogo que reside adormecida na base da coluna. Quando despertamos essa energia, ela sobe pela coluna, ativando os centros de energia (chakras) e produzindo um estado de hiperconsciência (samádhi), um estado de consciência expandida.
Tangosa
No topo da cabeça de Shiva, se vê um jorro d'água. Na verdade, é o rio Ganges (Ganga) que nasce aos pés do senhor Vishnu e que jorra na cabeça de Shiva. Há uma lenda que diz que o Ganges era um rio muito violento e que não podia descer à Terra, pois, senão, a destruiria com a força do impacto. Então, os homens pediram a Shiva que ajudasse e ele permitiu que o rio, tão logo saísse do Mundo Espiritual, caísse primeiro sobre sua cabeça, amortecendo o impacto. Depois, mais tranquilo, o rio correria sobre a Terra.
Lingam
Lingam ("emblema", "distintivo", "signo"), também chamado de linga, é o símbolo fálico de Shiva. Ele representa o pênis, instrumento da criação e da força vital, a energia masculina que está presente na origem do universo. Está associado ao poder criador de Shiva.
O lingam é o emblema de Shiva. Na Índia, reverenciar o lingam é o mesmo que reverenciar a Shiva. Ele pode ser feito em qualquer material, embora o preferido seja o de pedra negra. Na falta de uma escultura, se constrói um lingam com a areia da praia ou do leito do rio; ou simplesmente se coloca em pé uma pedra ovalada.
É comum, nos templos, se pendurar sobre o lingam uma vasilha com um pequeno orifício no fundo. A água é derramada constantemente sobre ele numa forma de reverência. A base do lingam representa yoni, a vagina, mostrando que a criação se dá com a união do masculino e feminino.
Damaru

Shiva, como Nataraja
O tambor em forma de ampulheta representa o som da criação do universo. No hinduísmo, o universo brota da sílaba /ôm/. É interessante comparar essa afirmação com a conhecido prólogo do Evangelho de São João: "No princípio era o Verbo (a sílaba, o som). E o Verbo era Deus. (...) Tudo foi feito por Ele (o Verbo) e sem Ele nada se fez."
É com o som do damaru que Shiva marca o ritmo do universo e o compasso de sua dança. Às vezes, ele deixa de tocar por um instante, para ajustar o som do tambor ou para achar um ritmo melhor e, então, todo o universo se desfaz e só reaparece quando a música recomeça.
Fogo
Shiva está intimamente associado ao fogo, pois esse elemento representa a transformação. Nada que tenha passado pelo fogo, permanecerá o mesmo: o alimento vai ao fogo e se transforma, a água evapora-se, os corpos cremados transformam-se em cinzas. Assim, Shiva convida-nos a transformarmo-nos através do fogo do Yoga. O calor físico e psíquico que essa prática produz auxilia-nos a transcender os nossos próprios limites.
Nandi
Nandi ("aquele que dá a alegria") é o touro branco que acompanha Shiva, sua montaria e seu mais fiel servo. O touro está associado às forças telúricas e à virilidade. Também representa a força física e a violência. Montar o touro branco, significa dominar a violência e controlar sua própria força. Sua devoção por seu senhor é tão grande que sempre se encontra sua figura diante dos templos dedicados a Shiva. Ele está deitado, guardando o portão principal.
A lua crescente
A lua, que muda de fase constantemente, representa a ciclicidade da natureza e a renovação contínua a qual todos estamos sujeitos. Ela também representa as emoções e nossos humores que são regidos por esse astro. Usar um crescente nos cabelos simboliza que Shiva está além das emoções. Ele não é mais manipulado por seus humores como são os humanos, ele está acima das variações e mudanças, ou melhor, ele não se importa com as mudanças pois sabe que elas fazem parte do mundo manifesto. Os mestres que se iluminaram afirmam que as transformações pelas quais passamos durante a vida (nascimento e morte, o final de uma relação, mudança de emprego, etc.) não afetam nosso ser verdadeiro e, portanto, não deveríamos nos preocupar tanto com elas.
Nataraja
Neste aspecto, Shiva aparece como o rei (raja) dos dançarinos (nata). Ele dança dentro de um círculo de fogo, símbolo da renovação e, através de sua dança, Nataraja cria, conserva e destrói o universo. Ela representa o eterno movimento do universo que foi impulsionado pelo ritmo do tambor e da dança. Apesar de seus movimentos serem dinâmicos, como mostram seus cabelos esvoaçantes, Shiva Nataraja permanece com seus olhos parados, olhando internamente, em atitude meditativa. Ele não se envolve com a dança do universo pois sabe que ela não é permanente. Como um yogue, ele se fixa em sua própria natureza, seu ser interior, que é perene.
Em uma das mãos, ele segura o Damaru, o tambor em forma de ampulheta com o qual marca o ritmo cósmico e o fluir do tempo. Na outra, traz uma chama, símbolo da transformação e da destruição de tudo que é ilusório. As outras duas mãos, encontram-se em gestos específicos. A direita, cuja palma está a mostra, representa um gesto de proteção e bênçãos (abhaya mudrá). A esquerda representa a tromba de um elefante, aquele que destrói os obstáculos.
Nataraja pisa com seu pé direito sobre as costas de um anão. Ele é o demônio da ignorância interior, a ignorância que nos impede de perceber nosso verdadeiro eu. O pedestal da estátua é uma flor de lótus, símbolo do mundo manifestado. A imagem toda nos diz: "Vá além do mundo das aparências, vença a ignorância interior e seja como o Sr Shiva, o meditador, aquele que enxerga a verdade através do olho que tudo vê (terceiro olho, Ájña Chakra)."
Pashupati
Pashupati ("senhor dos animais", de pashu, "animais", "feras", "bestas", e pati, "senhor", "mestre") é uma das primeiras representações de Shiva e surgiu no neolítico, por volta de 4000 a.C. É representado com três faces, olhando o passar do tempo (passado-presente-futuro). A coroa em forma de cornos de búfalo evidencia a proximidade de Shiva com esse animal que representa as forças da terra e da virilidade. Pashupati está sentado em posição de meditação, o que nos faz pensar que as técnicas meditativas já existiam naquele período. Os quatro animais ao seu redor são o tigre, o elefante, o rinoceronte e o búfalo. Por ser o Senhor das Feras, Pashupati podia meditar entre elas sem ser atacado. Mas há um outro simbolismo. Esses animais podem representar nossas emoções e instintos mais básicos, como o orgulho, a força bruta, o ódio e a sexualidade desenfreada. Pashupati, então, é também aquele que domou suas feras interiores, suas emoções e convive sabiamente com elas.
O Shiva Purana conta que os deuses estavam em luta com os demônios e, como não estavam conseguindo vencê-los, foram pedir auxílio a Shiva. Shiva lhes disse: "Eu sou o Senhor dos Animais (Pashupati). Os corajosos titãs só poderão ser vencidos se todos os deuses e outros seres assumirem sua natureza de animal." Os deuses hesitaram pois achavam que isso seria uma humilhação. E Shiva falou novamente: "Não é uma perda reconhecer seu animal (a espécie que corresponde no mundo animal ao princípio que cada deus encarna no plano universal). Apenas aqueles que praticam os ritos dos irmãos dos animais (Pashupatas) podem ultrapassar sua animalidade." Assim, todos os deuses e titãs reconheceram que eram o rebanho do Senhor e que ele é conhecido pelo nome de Pashupati, O Senhor dos animais.
Ardhanaríshvara

O lado direito da estátua é claramente masculino, apresentando os atributos de Shiva: a serpente, o tridente etc. Do lado esquerdo, vemos uma figura feminina, com os trajes típicos, o brinco feminino etc. Esse aspecto de Shiva representa a união cósmica entre o princípio masculino (Shiva) e o feminino (Parvati), entre a consciência (Shiva) e a matéria (Parvati).
As cobras que Shiva usa como colares e braceletes simbolizam o seu triunfo sobre a morte, a sua imortalidade.
O filete de água que se vê jorrar de seus cabelos é o rio Ganges. Conta a lenda que o Ganges era um rio muito revolto que corria na morada dos deuses. Os homens pediram para que o rio corresse também na terra. Porém, devido à violência do rio, seu impacto com a terra seria muito violento, terminando por aniquilá-la. Para resolver o problema, Shiva permitiu que o rio primeiro passasse por sua cabeça para amenizar o impacto com a terra, em seguida escorresse suavemente pelos seus longos cabelos.
Sendo o asceta eremita da Trimúrti, Shiva é considerado o criador do Yôga, que teria ensinado pela primeira vez à esposa Parvati.
Referências
Ir para cima↑ SAMUEL, A. As religiões hoje. Tradução de Benôni Lemos. São Paulo. Paulus. 1997. p. 107.
Ir para cima↑ http://www.sanskrit-lexicon.uni-koeln.de/cgi-bin/monier/serveimg.pl...
Ir para cima↑ SAMUEL, A. As religiões hoje. Tradução de Benôni Lemos. São Paulo. Paulus. 1997. p. 69.
Om Mani Padme Hum
Significado: “Recebemos a Jóia da consciência no coração do Lótus.” {O Lótus é o Anahata o Chakra cardíaco, local do corpo físico onde esta alojada a Alma humana, o ser, o indivíduo REAL em evolução.
Significa: Recebemos a jóia da consciência divina, no centro do nosso Chakra Anahata, o cardíaco, (O QUARTO CHAKRA) em nossa Alma (o coração, o Caminho do Meio citado por Buddha, a Porta Estreita que deve “SER ABERTA” citada por Cristo) }
Por Thoth3126@gmail.com

À DIREITA: O quarto Chakra, o Anahata e seu símbolo, o Lótus de doze pétalas e dentro o Selo de Vishnu.
Buddha, o Avalokitesvara alcançou tão elevado grau de espiritualidade, como se tivesse subido a mais alta montanha.
Destas alturas, estava para partir para planos ainda mais elevados e mais distantes da terra, quando ouviu um gemido que vinha do inconsciente coletivo da humanidade.
{n.T. Avalokiteshvara (“; em tibetano Chenrezig), é o/a Bodisatva (Bodhisattva) que representa a suprema compaixão de todos os Budhas. Um/uma Bodhisattva é aquela criatura que está adiantada ou pronta para alcançar o estado de Buddha (o Iluminado); contudo faz voto de só alcançá-lo plenamente quando nenhum ser estiver mais preso na roda de Samsara, ou na roda de encarnações/ilusões neste mundo material. Sendo a compaixão uma virtude central do budismo, Avalokiteshvara tornou-se muito conhecido por budistas e não budistas, sendo comum encontrar inscrições com seu mantra – Om mani padme hum- mesmo em meios não budistas.}

Era o lamento pela sua partida. Então o Seu coração se encheu de compaixão e Avalokitesvara prometeu ficar neste planeta trabalhando e servindo para evolução espiritual e pela libertação da humanidade.
Este juramento do bodhisatva, é feito por todos os Mestres que servem a Luz da Grande Fraternidade Branca. Eles deixam de seguir à frente em sua evolução espiritual em planos superiores, para servir a Luz de seus irmãos ainda encarnados aqui na Terra.
Ao recitarmos o Mani Mantra, estamos penetrando a mesma roda metafísica que os Mestres Ascensos e ainda não Ascensos da Grande Fraternidade Branca que estão constantemente empurrando a Roda da Evolução Espiritual de toda a humanidade.
Este mantra tem sua origem na Índia e de lá foi para o Tibet. Os tibetanos não conseguiram entoá-lo da mesma forma, mudando sua pronuncia para: OM MANI PEME HUNG, e é este o mantra mais utilizado pelos budistas tibetanos.
Qualquer pessoa pode entoá-lo. Estando feliz ou triste, ao entoar o “Mani Mantra”, uma espontânea devoção surgirá em nossa mente e o grande caminho será fortemente realizado. O mantra OM MANI PADME HUM, é fácil de pronunciar e poderoso pois contém a essência de todo o ensinamento budista.

Muito tem sido escrito sobre este mantra e é impressionante que apenas seis silabas possam atrair tantos comentários importantes. De acordo com o Dalai Lama, o propósito de recitar este mantra é transformar o corpo impuro, suas palavras e mente, no puro e louvado corpo, palavra e mente de um Buda. O som de cada silaba é visto como tendo uma forma espiritual paralela.
Fazer ou verbalizar o som de cada silaba portanto, é alinhar a si mesmo com aquela qualidade de energia espiritual particular e para se identificar com isto. Existe também um grande numero de outros benefícios que resultam da repetição deste mantra, incluindo a produção do mérito e destruição do carma negativo.
OM – A primeira silaba, recitá-la o abençoa para atingir a perfeição na pratica da generosidade.
MA – Ajuda a aperfeiçoar a pratica da ética pura.
NI – Ajuda a atingir a perfeição na pratica da tolerância e paciência.
PAD – Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da perseverança.
ME – Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da concentração.
HUM – Ajuda na conquista da perfeição na pratica da sabedoria.

A senda das seis perfeições é a senda de todos os Buddhas. Cada uma das seis silabas elimina um dos venenos da consciência humana:
OM – Dissolve o orgulho;
MA – Liberta do ciúme e da luxúria;
NI – Consome a paixão e os desejos;
PAD – Elimina a estupidez e danos;
ME – Liberta da pobreza e possessividade;
HUM – Consome a raiva, a agressão e o ódio.
Os mantras são freqüentemente, os nomes dos budas, bodhisattvas ou mestres que os compuseram. Os mantras são investidos com um infalível poder de ação, de forma que a repetição do nome da deidade, transmite as qualidades de sua mente. O nome é idêntico a deidade ou essência da deidade que o compôs e com ele presenteia a humanidade dando a seus irmãos a essência de tudo aquilo que ele atingiu em muitas vidas de esforço e sagrado oficio no caminho evolutivo, dando o glorioso resultado de seu momentum de sabedoria.
Ao recitar este mantra, o meditante também pode conseguir as qualidades do Chenrezig, o Bodhisatva da compaixão, conhecido na tradição Mahayana (O GRANDE CAMINHO) como Avalokitesvara.
“Cada pessoa cujo coração é movido por amor e compaixão, que profunda e sinceramente age para o benefício dos outros sem se preocupar com a fama, lucro, posição social ou reconhecimento expressa a atividade de Chenrezig.” Bokar Rinpoche
O mantra OM MANI PADME HUM, chamado de mani mantra, levanta algumas tradições misteriosas. Diz à tradição que este mantra significa o nome Chenrezig. Contudo, Chenrezig não tem nome, mas ele é designado por nomes. Estes nomes são a taça para a compaixão, a benção e a força que ele derrama. Portanto este é apenas um dos nomes de Chenrezig, MANI PADME, colocado entre as duas silabas sagradas OM e HUM. Parece-nos que Chenrezig, Avalokitesvara e KUAN YIN são os nomes do mesmo Buddha da compaixão.
OM – Representa o corpo de todos os budas, também o começo de todos os mantras.
MANI – Jóia em sânscrito, refere-se a Jóia que Chenrezig segura no centro de suas duas mãos.
PADME – Lótus ou chakra, refere-se ao lótus que ele segura na sua segunda mão esquerda.
HUM – A mente de todos os budas e freqüentemente finalizam os mantras.

Representação de Kuan Yin uma Bodhisattva, a Deusa da Compaixão para os chineses
Dizendo MANI PADME estamos nominando Chenrezig através de seus atributos: “Aquele que segura a Jóia e o Lótus”. Chenrezig ou Jóia do Lótus são dois nomes/atributos para a mesma deidade.
Quando recitamos este mantra, estamos na verdade repetindo o nome de Chenrezig. Este mantra é investido com a benção e o poder da mente de Chenrezig, sendo que ele mesmo reúne a benção e a compaixão de todos os budas e bodhisattvas. Desta forma o mantra é imbuído com a capacidade de purificar nossa mente de sua obscuridade. O mantra abre a mente para o amor e compaixão e a conduz ao despertar.
Sendo a deidade e o mantra una em essência, significa que é possível recitar o mantra sem necessariamente trabalhar a visualização. A recitação permanece efetiva.

O Lótus Sagrado
Cada uma das seis silabas sagradas retêm um efeito purificador genuíno:
OM – Purifica o corpo;
MA – Purifica a palavra;
NI – Purifica a mente;
PAD – Purifica as emoções;
ME – Purifica as condições latentes;
HUM – Purifica o véu (ignorância) que encobre o conhecimento.
Cada silaba é ela mesma uma oração:
OM – É oração dirigida ao corpo dos budas;
MA – É oração dirigida à palavra dos budas;
NI – É oração dirigida à mente dos budas;
PAD – É oração dirigida às qualidades dos budas;
ME – É oração dirigida às atividades dos budas;
HUM – Reúne a graça (benção) do corpo, palavra, mente, qualidade e atividade dos budas.

Estas seis sílabas correspondem à transcendental perfeição dos budas secretos:
OM – Ratnasambhava, Buda que nos inunda com sua sabedoria de igualdade e nos liberta do orgulho espiritual, intelectual e humano;
MA – Amogasidhi, Buda que nos inunda com sua sabedoria que a tudo realiza, a sabedoria da ação perfeita e liberta-nos do veneno da inveja e do ciúme;
NI – Vajrasattva, Buda nos inunda com a sabedoria da vontade diamantina de Deus. Consome em nós o veneno do medo, da duvida e da descrença em Deus, o único e verdadeiro Guru;
PAD – Vairochana, Buda que nos inunda com a sabedoria penetrante do dharmakaya, a poderosa Presença Eu Sou. Consumindo em nós o veneno da ignorância;
ME- Amithaba, Buda que nos inunda com a sabedoria da discriminação e consome em nós os venenos das paixões: todos os desejos intensos, cobiça, gula, avareza e luxúria;
HUM – Akshobhya, Buda que nos inunda com a sabedoria que se reflete como num espelho e consome em nós os venenos de raiva, ódio e criações de ódio;
As seis sílabas sagradas OM MANI PADME HUM são a essência das cinco famílias de budas secretos. São a fonte para todas as qualidades e da profunda alegria. É a senda que conduz a uma elevada existência para a liberdade final da alma.
Permitida a reprodução desde que mantenha a formatação original e mencione as fontes.
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O CÂNTICO DEVOCIONAL (BHAJAN)
É na prática do cântico devocional que Sai Baba coloca mais ênfase, afirmando ser este o método mais adequado à pacificação da mente, na era atual.Ele diz:
"O canto devocional é um dos processos pelos quais você pode treinar a mente a se expandir na consciência eterna.
Ensine a mente a se deleitar na glória e na majestade de Deus. Mantenha-a limpa de prazeres triviais e paixões.
As canções devocionais induzem em você um desejo de experimentar a verdade, de perceber um relance da Beleza que é Deus, de provar a Bem-aventurança que é o Eu interior.
Elas encorajam o homem a mergulhar em si mesmo e ser seu verdadeiro Eu.
Comece o dia com amor. Viva o dia com amor. Preencha o dia com amor. Termine o dia com amor. Esse é o caminho para Deus”.
''Abra seu coração libertando-se das diferenças restritas e, assim, reconheça a verdade de que o Divino habita em todos.''
''A graça de Deus é concedida a cada devoto conforme o nível de sua consciência espiritual.''
CANTE , CANTE CANTE OS CÂNTICOS QUE ELEVAM AS CORTES CELESTIAIS!!!
“A Consciência Suprema está presente em todos os seres em forma de Amor.”
Gratidão Eterna a Voz Divina da irmã Suzi em memória , Suzana e Aninha - Canção Rouxinol -
Om Sai Ram!!!
Belos cantos Devocionais...
Anexos:http://portalarcoiris.ning.com/…/o-cantico-devocional-bhaja…
Maria Elisete Shalom... https://www.facebook.com/groups/mariacflorjasmim/ http://youtu.be/IKYMXqJqiqc